Num guenzo chão de terra,

Esvai-se e brota vida.

Desmaia o prurido,

Nasce tossegosa a apatia.

´

Um brinde ao aprendiz retorno,

Deserto, inóspito, conspirante,

De frouxa essência desmilinguida.

´

Às vezes parece rara visita,

Mas é apenas vento,

Atraente, jovem, iludente,

Barulhento, por trás da poeira quiçá envelhecida.

´

Feito ostra, boba,

Gesta pérolas ao vasculhar passados.

Hermética sob superlua,

Recorda as prestes e preces do chimpar

´

Guenzo chão de terra,

Retorna ao inóspito.

No refúgio do silêncio, do ósseo.

´

Guenzo chão de terra,

Numa pequena mundo-esquina,

Beijou quem beijou,

Uma boca que ensinou.

´

Script-Ostra confuta,

Lucrou e perdeu,

Venceu e abdicou  madrugadas.

Ostra confuta,

Torna ao script, gesta silêncio,

Quiçá trancada.

´Chinaira

                                         *Chinaira Raiazac*

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s